imprensa
Superprodução na Olivas do Sul
Publicado em 2 de maio de 2012 por Olivas do Sul
Estado documentou surpreendente colheita de 74 quilos em uma árvore jovem.
Visitada pelo grupo de estudos pró-olivicultura do estado do Rio Grande do Sul, a propriedade cachoeirense do empresário José Alberto Aued apresentou um resultado que surpreendeu os técnicos e até mesmo o agricultor: árvores jovens, com apenas cinco anos e meio de idade, alcançaram uma produção de 74 quilos, feito que será publicado em revistas científicas. Normalmente, nesta idade, estas árvores produzem em média 25 quilos, disse Beto Aued, explicando o que classificou como um “resultado extraordinário”.
O grupo de estudos incluiu técnicos da Secretaria Estadual da Agricultura, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Embrapa, Emater e Fepagro. Este grupo faz um trabalho contínuo de acompanhamento de propriedades e quando veio a Cachoeira, na última segunda-feira, foram feitas análises de solo de pragas e de adubação. Os 74 quilos foram colhidos em uma árvore da variedade arbequina.
“Nossa expectativa esse ano era de colher das oliveiras em média 25 quilos, mas estamos conseguindo um resultado bem acima disso, de 35 quilos por planta”, comentou. A outra variedade cultivada pela Olivas do Sul, uma das árvores da espécie arbosana, resultou uma colheita de 55 quilos. Conforme Aued, árvores centenárias da Europa conseguem alcançar resultados mais expressivos que suas plantas jovens. Na Argentina, comentou Aued, há árvores que produzem até 300 quilos da fruta.
FUTURO – Embora não consiga prever o aumento na produção individual de suas árvores ainda, o empresário Beto Aued salienta que, se conseguir manter este desempenho, a olivicultura será uma alternativa muito importante para os produtores gaúchos, garantindo alta rentabilidade com o manejo adequado.
IMPORTANTE - Frequentemente o grupo de estudos pró-olivicultura visita a propriedade do cachoeirense Beto Aued. Ele tem uma propriedade de 12 hectares, com outros cinco em implantação. São cultivadas 10 mil plantas e a expectativa deste ano é produzir 14 mil litros de azeite de oliva extravirgem.
Fonte: Jornal O Povo
Veja Comer e Beber
Publicado em 25 de abril de 2012 por Olivas do Sul
Colônia Vila Nova
O estabelecimento da família Tagliaro divide-se em três ambientes: o deque, equipado com seis mesinhas, o salão e um mezanino. Produtos orgânicos e fabricados no Rio Grande do Sul ocupam as prateleiras. De Cachoeira do Sul vem o azeite Olivas do Sul (R$ 13,50, 250 mililitros). Entre os vinhos, uma das alternativas é o orgânico Hex Von Wein Cabernet Sauvignon (R$ 30,00), produzido na cidade de Picada Café. Para degustar no próprio local, a sugestão que leva o nome da casa combina pão sírio, biscoitos integrais, pesto de pinhão, pesto de tomate, molho de tomate seco, geleia de tomate, antepasto de berinjela, queijo e fatias finas de salame (R$ 18,00).
Fonte: Veja Comer e Beber
1º Abertura Oficial da Colheita de Olivas
Publicado em 10 de abril de 2012 por Olivas do Sul
Acessar o Decreto do Governo RS
Olivas do Sul aposta na qualidade para competir
Publicado em 9 de abril de 2012 por Olivas do Sul
Aroma e sabor são os diferenciais para produto cachoeirense no mercado do ouro líquido.
O sabor e o aroma do azeite de oliva extravirgem produzido em Cachoeira do Sul pela Olivas do Sul são os diferenciais de qualidade para que o produto possa competir no mercado contra marcas tradicionais, importadas de países como Portugal, Itália e Espanha. O produto cachoeirense chega a custar até o dobro do preço de outros azeites, mas quem experimenta garante: ele é diferenciado. Esta foi uma das discussões entre um grupo de amigos durante a 1ª Abertura da Colheita de Olivas do estado, na última quinta-feira.
O promotor de Justiça João Ricardo Tavares foi um dos que debateram o tema, comentando que, embora outros produtos sejam mais baratos, a relação custo-benefício não compensa. “A qualidade é realmente diferenciada, é muito saboroso”, disse, referindo-se ao azeite da Olivas do Sul. E o promotor tem razão. Conforme o empresário José Alberto Aued, é justamente a qualidade do azeite Olivas do Sul que o impulsiona a acreditar na força do produto no mercado.
Uma das principais características dos azeites extra virgens está na sua acidez, que pode variar até 0,8%. Quanto menor o percentual, melhor o produto. O azeite da Olivas do Sul possui percentual de 0,3% da acidez. Por esses motivos que, apesar do salto na produção nesta safra, passará de seis mil litros para cerca de 14 mil litros, não haverá redução de preço nos produtos que chegarão às prateleiras dos mercados. Apesar de estar na sua terceira safra, o azeite da Olivas figura num guia italiano dos melhores óleos de oliva, Flos Olei.
ESPAÇO – Motivos para apostar na ocupação de espaços de mercado existem, já que os dados de consumo apontam neste sentido. Hoje, o consumo de azeite de oliva per capita no Brasil não passa dos 170 ml, enquanto na Itália o índice sobe para 25 litros/ano e na Espanha, em torno de 12 litros por pessoa ao ano. Ou seja, existe mercado porque o brasileiro ainda não tem a cultura de associar o azeite de oliva aos seus pratos.
ATENÇÃO
Em seu site, www.olivasdosul.com.br, podem ser feitas compras on-line. Além de engarrafar o azeite de oliva, a agroindústria também comercializa mudas de oliveiras e ainda presta assistência técnica para implantação de pomares.
IMPORTANTE
A implantação do pomar da Olivas do Sul aconteceu no ano de 2006, com a compra de mudas da Espanha. Apesar de existirem mais de 400 variedades de olivas, duas são experimentadas em Cachoeira para a produção do azeite extravirgem. No primeiro ano de produção, em 2010, foram produzidos 800 litros, passando a seis mil no ano passado.
PARA SABER MAIS
Os preços de azeites
de oliva na cidade
Olissos 500ml R$ 35,90
Crudo 500ml R$ 32,65
Olivas do Sul 500ml R$ 23,90
Cardeal 500ml R$ 20,95
Paganini 250ml R$ 19,95
Carbonel 500ml R$ 14,99
Gallo 500ml R$ 13,35
Cocinero 500ml R$ 9,45
Os preços foram consultados no Imec, mercado com maior variedade de azeites de oliva de Cachoeira
O número
10 mil dólares
Estimativa de rentabilidade por hectare que o cultivo de olivas proporciona.
Fonte: Jornal O Povo
Emater prevê alta de 60% na safra de azeitonas no RS com a estiagem
Publicado em 9 de abril de 2012 por Olivas do Sul
Vilã de grande parte dos produtores, falta de chuva beneficia oliveiras. Abertura Oficial da Oliva, em Cachoeira do Sul, dá início à colheita.
Felipe Zavarize
Da RBS TV

Propriedade rural gaúcha responde por metade da safra de azeitona no Brasil (Foto: Felipe Zavarize/RBS TV)
A estiagem que atinge parte do Rio Grande do Sul causou inúmeros prejuízos para produtores rurais do estado. No entanto, para quem prefere investir em uma cultura ainda em expansão no país, o clima ajudou. Embalada pelas boas consequências do tempo seco nas plantações de oliveiras, a safra gaúcha de azeitona deve aumentar em 60% em comparação com a colheita anterior de acordo com estimativa da Emater-RS.
“Tivemos um verão extremamente seco. Desta forma, houve pouca incidência de pragas e fungos no pomar. Este pomar ficou 54 dias sem chuva e não sofreu absolutamente nada”, destacou o produtor rural José Alberto Aued, responsável por cerca de 80% da produção do Rio Grande do Sul, e 50% do total no Brasil.
A produção de azeitonas é pouco comum no Brasil, que costuma importar o azeite de oliva. Da fazenda de Aued, em Cachoeira do Sul, na Região Central, sai o único azeite de oliva de fabricação nacional, vendido em oito estados.
A expectativa do produtor é de colher 60 toneladas nesta safra. Com este número, a produção gaúcha aumentaria de 50 toneladas, na safra passada, para 90 toneladas. Segundo a Emater-RS, a área de azeitona plantada aumentou 300% nos últimos três anos, mas os números ainda não se refletiram nas safras pela idade das oliveiras.
“Quando as árvores estiverem completando algo em torno de 10 anos, nós queremos estabilizar com uma média de 25 a 30 quilos por planta, tendo então uma média de 10 toneladas de azeitonas por hectare. Hoje com cinco anos e meio, nós vamos chegar perto das sete toneladas por hectare” explica o produtor.
Abertura Oficial
Nesta quinta-feira (5), o secretário estadual da agricultura, Luiz Fernando Mainardi, deu largada à cultura de oliveiras na Abertura Oficial da Oliva, em Cachoeira do Sul. Ao discursar, o político elogiou Aued. “Este é um dia especial e que vai entrar para a história, pois desbravadores como José Alberto Aued retomaram a exploração desta cultura no Estado”, declarou o político, que, segundo o secretário cortou o primeiro galho de oliveira.
O secretário considera o clima gaúcho propício para a cultura. “Temos solo, clima com altas temperaturas e inverno rigoroso, ideais para as olivas, só faltava fazer. Por isso, decidimos instituir o dia de hoje, como oficial de abertura da colheita, para estimular a sua produção em todo o Estado. Queremos repetir esse evento de hoje em muitos outros municípios”, destacou.
Fonte: G1 – Globo.com
Olivas do Sul aposta na qualidade para competir
Publicado em 8 de abril de 2012 por Olivas do Sul
O sabor e o aroma do azeite de oliva extra virgem produzido em Cachoeira do Sul pela Olivas do Sul são os diferenciais de qualidade para que o produto possa competir no mercado contra marcas tradicionais, importadas de países como Portugal, Itália e Espanha.
O produto cachoeirense chega a custar até o dobro do preço de outros azeites, mas quem experimenta garante: ele é diferenciado. Esta foi uma das discussões entre um grupo de amigos durante a 1ª Abertura da Colheita das Olivas do Estado, na última quinta-feira.
O promotor de Justiça João Ricardo Tavares foi um dos que debateu o tema, comentando que embora outros produtos sejam mais baratos, a relação custo-benefício não compensa. “A qualidade é realmente diferenciada, é muito saboroso”, disse, referindo-se ao azeite da Olivas do Sul.
E o promotor tem razão. Conforme o empresário José Alberto Aued é justamente a qualidade do azeite Olivas do Sul que o impulsiona a acreditar na força do produto no mercado.
IMPORTANTE
Uma das principais características dos azeites extra virgem está na sua acidez, que pode variar até 0,8%. Quanto menor o percentual, melhor o produto. O azeite da Olivas do Sul possui percentual de 0,3% da acidez. Por esses motivos que, apesar do salto na produção nesta safra, passará de 6 mil litros para cerca de 14 mil litros, não haverá redução de preço nos produtos que chegarão às prateleiras dos mercados. Apesar de estar na sua terceira safra, o azeite da Olivas figura num guia italiano dos melhores óleos de oliva, Flos Olei.
ESPAÇO
Motivos para apostar na ocupação de espaços de mercado existem, já que os dados de consumo apontam neste sentido. Hoje, o consumo de azeite de oliva per capita no Brasil não passa dos 170 ml, enquanto na Itália o índice sobe para 25 litros ano, e na espanha, em torno de 12 litros por pessoa ao ano. Ou seja, existe mercado porque o brasileiro ainda não tem a cultura de associar o azeite de oliva aos seus pratos.
Fonte: Jornal O Povo









Canal Olivas do Sul no YouTube

